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Archive for the ‘Futebol’ Category

a copa

cada jogo chato. e eu ainda acordo pra ver. assisti todos até aqui. o mais próximo do que eu esperava de uma copa do mundo chama-se messi. faltaram os gols, claro, mas o resultado já venho me acostumando a não conquistar.

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aqui e lá

ansiedade é uma merda. ela prende a perna do luis fabiano e ele mal toca na bola. ela pega os braços dele e empurra o adversário sem mais nem menos. ela trava os lábios, dentes, boca, grito. ela tem o tamanho do corpo todo. ansiedade é uma grande merda.

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Autores e Raí.

Ontem fui ao lançamento do livro do Nando Reis: Meu pequeno São-Paulino. Texto dele e ilustrações de Rodrigo Andrade. Uma senhorinha, dessas baixinhas, magrinhas e cabelo branco, carregava uma sacola com pelos menos seis exemplares. Filhos, netos, marido, talvez. Bonitinha, ela ficou na fila e colheu os autógrafos todos. O Raí também apareceu e eu lembrei daqueles gritos possíveis no meio da torcida: ih, fodeu, o Raí apareceu. Fotógrafos e flashes e microfones e câmeras e mulheres e canetas cercaram um dos caras mais bonitos que eu já vi de perto. Não, não, um não, O mais lindo que eu já vi de perto. Impressionante! O cara é craque, é tricolor e ainda é bonito. Impressionante, repito! Uma das ilustrações do livro, e que também ficou exposta ao redor dos autores, era exatamente do Raí cobrando uma das faltas mais bonitas que o Nando viu na vida, como descreveu no livro. E, claro, teve fotinho em frente à pintura. Essa aí de cima eu peguei do globoesporte.com. Com o Raí nós não perdíamos do Corinthians, pensei e quis falar alto ali na hora. Tinham alguns jornalistas que eu sempre vejo por aí. Tinha o diretor de marketing do São Paulo, tinham as filhas do Nando, a Sophia, da MTV, perdida procurando o pai, a Zoé, coisa mais linda de cabelo vermelho e camiseta do tricolor. Tinha o livro que eu acabei comprando só porque eu me empolguei e achei aquilo tudo lindo e o orgulho todo me enchendo de alegria por apenas torcer para o time certo. Incontáveis são os dias que eu fui feliz apenas (como se fosse pouco) por isso. Tinha o CQC também, o Oscar Filho que é do meu tamanho ou apenas um ou dois dedos mais baixo. Tinha o produtor que mostrava para ele quem era quem no rol tricolor, quem deveria ser entrevistado e o que poderiam perguntar. Tinha o Milton Cruz, que eu acho o máximo. Tinha o Juca Pacheco, que eu acho o máximo, idem. Quis falar pra ele que ele é foda porque desde que eu me conheço por quase jornalista, quando eu fui lá fazer o curso de jornalismo esportivo com o Elias Awad, até entrar na faculdade e me formar, ele esteve ali, na assessoria tricolor. Bem, muito bem. E novo. E cada vez melhor. E aí eu vi o Raí dando autógrafos, tirando fotos, sendo admirado, sorrindo, sempre sorrindo, chegando no Juca, dando o tapinha nas costas, cumprimentando-o. Sabe, o Raí, te estendendo a mão e sorrindo? Eu queria dizer isso pra ele. Tinha um vinho branco, taças e água servidos pelo garçom. Tinha a frase perfeita dentro do livro que eu só vi no caminho de volta quando saí de lá: nasci branco, com os olhos pretos e o cabelo vermelho, geneticamente são paulino. Tinha a foto das taças, todas elas, libertadores, libertadores, libertadores, mundial, mundial, mundial, brasileiros, paulistas. Tinha o coração explodindo. Tinha a fisionomia do Nando cem por cento mais feliz e cheia de prazer do que no dia que o vi no pocket show do último CD. Mais ou menos assim: música = trabalho + prazer; este livro = prazer + prazer; São Paulo Futebol Clube = prazer + prazer + prazer + prazer e assim infinitamente. Ele diz no livro que descobriu que não é exatamente por futebol que é apaixonado, mas sim pelo São Paulo. Lindo isso. Tinha, então, eu. Finalmente, eu. Indo pra lá e pra cá. Olhando e olhando e olhando. Como eu gosto de ser: feliz.

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De Lusa Silvestre. (Cronista do Blônicas)

Adivinha quem eu encontrei?

Estava eu andando pelo Shopping Bourbon, como sempre meio vazio e muito civilizado (apesar da vizinhança). Ia batido, como sempre, saindo do estacionamento direto para o cinema, imaginando que, na volta, o Almanara seria um bom lugar para alimentar os cavalos, metaforicamente falando, quando…

Ali, encostadinho em uma vitrine, com uma roupa comum e desencanada, balançando o pezinho descontraidamente (catso, 450 conto por mês!), sabe quem? Sabe quem? Então: Muricy Ramalho. Ele. Em carne, osso e uma capanga de couro embaixo do braço. Daí que eu dei uma encostada nele, de lado, como se estivesse vendo a mesma vitrine. Só encostei. Olhei aqui, ali, e fiquei assim vendo o que ele estava fazendo.

Aí entrou, cantandinho baixinho. Eu fiquei na vitrine. Ele mexeu numa arara – não o bicho -, olhou uma camisa, perguntou o preço. O rapaz falou, ele fez cara de espanto, agradeceu o vendedor e virou as costas. Veio de novo na minha direção, aí pra ir embora mesmo.

E vinha cantandinho, realmente muito satisfeito.

Manja quando o sujeito canta baixinho, pra si mesmo, quando a música parece que é caboclo e não sai do corpo? Era uma dessas. Feliz, ele vinha. Quando passou por mim, olhei de esgueio e vi ele de perfil, simpático, e consegui esticar meu ouvido e captar a simpática cançãozinha:

– O campeão voltou, o campeão volto-ô….

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ELE.

Eu queria que o cara que escreve o roteiro da vida do Ronaldo escrevesse pelo menos um capítulo da minha.

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gorducho, de novo.

e eu fiquei ansiosa pra assistir um jogo do corinthians. quem diria? ansiosa, esperando e falando do assunto, colocando na sportv, no pré-jogo. ansiosa de fato. só pra ver o gorducho. só pra ver a pagação de pau e acompanhar praticamente na mesma medida. O fenômeno. o sorrisão. o número nove nas costas. desculpe, Rafa. não deu pra ir dormir. ainda aposto que ele vai marcar muitos gols. o cara é foda. tem o que quase ninguém tem. e vai levando a gente assim, quase na lábia, porque nem isso. é só uma imagem. ou melhor, são copas do mundo, títulos, títulos, títulos, real, barça, nem dá pra catalogar direito na verdade. e eu só falava pro meu pai: que legal, que legal isso. é o Ronaldo. que quase saiu com o gol… como deve ser difícil jogar com ele. tocar ou não. chegar firme ou não. achar sempre ele na área ou carregar a bola. difícil mesmo é torcer contra nessas horas. me vi torcendo pelo gol. que absurdo.

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gorducho.

aposto que vai ficar dois minutos em campo, tocar cinco vezes na bola e trocar a camisa com o Denilson. por isso, e apenas isso, vai ser filmado e focado e receber toda a pagação de pau do Cléber. a idéia é parecer final de copa do mundo. pelos ruídos na internet, ônibus, bares e ruas, já funcionou. não deveria, mas caio nessa. a gente vai se ver na globo.

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