Preciso dar o braço a torcer. Fui ontem à pré-estréia do filme A mulher invisível e gostei. Ao contrário do que falei dias atrás, não é um filme imbecil feito aqueles americanos que o cara gosta da gorda, mas vê uma mulher linda e tal. Esse é bem feito, o Selton Mello, pra variar, tá fenomenal e a história aconteceu sem que eu tivesse que ficar olhando o relógio a cada segundo pedindo pra acabar logo. A história toda você pode ler ali no site dos caras mesmo. O que eu digo é que gostei, tem bom humor na medida, me fez rir, me encantou e me fez lembrar de coisas. Mas isso deixa pra lá que não é importante. Assista!
O Selton é o cara. Repito!
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Ontem foi dia 18. Dia dezoito de maio não é dos dias mais felizes na minha vida. Lembro de dias difíceis. E difíceis no sentido mais pesado que pode existir. Difícil de verdade. Em dois mil e dois, o acidente. Em dois mil e seis, o derrame. “Engraçado” que nas duas vezes foi só o começo. A morte veio só depois. Lembrei disso várias vezes ontem. E o dia se foi. Ufa!
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amor,