“Existia apenas para aquele momento. Tinha quase esquecido dessa sensação de não estar à espera de nada.” (p. 70)
“Nascemos com um prazo limitado para interpretar o mundo. (…) Dar sentido ao mundo é um ato criativo. Uma visão do mundo é uma narrativa. (…) Nunca achei que a felicidade estivesse à minha espera.” (p. 74)